A base de qualquer estúdio inclui um computador com DAW e uma interface de áudio. Complementos úteis: Dica: escolhe marca/modelo de acordo com o fluxo de trabalho, orçamento e preferências sonoras. Marcas populares: ART, Golden Age Audio, Warm Audio, Heritage Audio, SPL, elysia, AMS Neve, Rupert Neve Designs, dbx, Drawmer, TC Helicon, Eventide. Fluxo de sinal recomendado: Variação: colocar o compressor antes do EQ pode suavizar picos; efeitos de tempo são normalmente aplicados na DAW. Nota: muitos dispositivos modernos possuem I/O digital ou USB para integração fácil. Na prática: a diferença é audível mesmo em misturas densas. Extremamente importante: a acústica influencia o espectro, a imagem estéreo e os transientes. Nenhum equipamento corrige uma sala mal tratada – começa por posicionar monitores, gerir reflexões e aplicar bass traps. Depende do fluxo de trabalho. Em muitos estúdios bastam algumas I/O; mais relevantes são a qualidade dos conversores, drivers estáveis e baixa latência. ADAT ou word clock permitem expansão futura. Ambos têm valor: o hardware oferece controlo táctil e sensação analógica; o software dá flexibilidade e economia. Um setup híbrido combina o melhor dos dois mundos. Todos os produtos estão disponíveis na MUSIC STORE professional GmbH em Colónia (Alemanha) — envio direto de Colónia para Portugal.FAQ – Hardware de estúdio e produção musical
Que equipamento básico é necessário para produzir música?
Como devo ligar preamp, EQ e compressor no percurso do sinal?
Posso combinar hardware externo com a minha interface de áudio ou DAW?
Qual é a diferença sonora entre hardware económico e de alta gama?
O que significa “Class-A” em hardware de estúdio?
O que significa “circuito discreto” num dispositivo de estúdio?
Até que ponto a acústica da sala é importante em comparação com o hardware?
Devo priorizar mais entradas/saídas ou menor latência ao escolher uma interface de áudio?
O que dá mais carácter – hardware ou software?
Como cuidar do hardware de estúdio e planear atualizações?